Ondas de Marketing Multinível

A evolução do sistema de marketing multinível divide-se em ondas (períodos). Ou seja, cada onda possui características diferentes a que se refere ao modelo de sistema multinível e suas especificidades. As ondas historicamente definidas são:

Primeira onda (1941 – 1979)

A primeira onda inicia-se nos Estados Unidos logo após a criação do marketing multinível por Carl, quando o primeiro plano de comissões para diferentes níveis foi implantado em sua empresa naquela época. Durante este mesmo período, algumas pessoas e empresas aproveitaram o desenvolvimento do sistema de marketing em rede e desenvolveram o esquema em pirâmide. Este tipo de esquema possui uma estratégia bem parecida com o marketing multinível. Porém, a diferença essencial é que o multinível é uma ferramenta de negócios com o fim de comercializar produtos e/ou serviços, diferentemente do sistema em pirâmide, que recruta pessoas com o intuito de movimentar dinheiro somente.

O fim da primeira onda dá-se quando a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, em 1979, define o marketing multinível como um negócio legítimo, ao contrário do esquema em pirâmide.

Segunda onda (1980 – 1989)

No início da década de 80, algumas centenas de empresas que utilizavam o sistema de marketing multinível explodiram nos Estados Unidos. Grande parte delas nascia em garagens e fundos de quintais sem nenhuma estrutura básica de organização. A experiência frustrou muitos negociantes e distribuidores que aderiram ao sistema de marketing multinível. Naquela época, os distribuidores acumulavam milhares de funções, além da necessidade de comprar cada vez mais produtos a fim de subir nos planos de carreira das empresas. Essa quantidade de fatores negativos resultava em estoques parados, desgaste físico e emocional dos distribuidores e, no final das contas, pouca ou nenhuma margem de lucro.

Terceira onda (1990 – 1999)

A terceira onda é caracterizada pela presença de novas tecnologias e mão-de-obra especializada na administração desses tipos de negócios. Neste cenário, executivos profissionais trabalhavam para reverter a imagem do marketing de rede e torná-lo menos árduo para os distribuidores. As companhias apostavam em sistemas informatizados, novas tecnologias de comunicação e técnicas sofisticadas de administração, a fim de tornar o marketing multinível mais eficaz. Outro fator de destaque é que as condições dos planos de compensação ficaram mais plausíveis. Ou seja, os distribuidores deixaram de ser pressionados a investir mais tempo e dinheiro do que dispunham para tocar o negócio.

Quarta onda (anos 2000)

Esta onda levou alguns especialistas a acreditarem que o marketing de rede cresceria ainda mais no século XXI, o que tem se confirmado. Prova disso é que grandes empresas multinacionais têm investido em empresas de marketing multinível ou em programas próprios de marketing de rede em suas empresas. Este impacto é resultado da imagem que o marketing multinível tem construído por meio das empresas que trabalham com o sistema e o aplicam com seriedade.

Quinta onda (Atual)

Atualmente, assiste-se ao desenrolar da quinta onda, entendida como a associação dos conceitos de “marketing network” ou “marketing multinível – MMN” com a internet, sendo este o caminho mais eficiente para a criação de um bom “network”, afinal, conceitualmente, a “internet” nada mais é do que uma rede mundial de pessoas integradas por meio de um receptor da mesma (smartphones, tablets, computadores, desktops). Além da ampliação da rede de contatos dos distribuidores, a internet agrega inovações ao processo de comunicação e relacionamento entre empresas, distribuidores e consumidores. Novas empresas do ramo de MMN contam com esta tecnologia desde seu projeto inaugural, enquanto outras têm buscado a reengenharia como recurso para acompanhar o movimento da “nova onda”.

A facilidade com que as notícias se propagam pela Internet também tem ajudado a difundir muito esse modelo de negócio no momento atual.

O Brasil vive um BOOM no marketing multinível e ainda assim, esta “engatinhando” no modelo. Esse BOOM teve início no fim de 2012 com o sucesso estrondoso da empresa americana TelexFree que iniciou uma operação nacionalizada no Brasil no início desse mesmo ano.

Nesse ano de 2013 a justiça “ se viu obrigada” a investigar esse crescente mercado e a investigar algumas empresas com o intuito de impedir que consumidores sejam lesados por prática de pirâmide financeira.

O MMN certamente ainda tem muito a crescer no Brasil, estamos vivendo um momento fantástico e se você esta pensando em trabalhar com esse modelo de negócios é a hora, existem muitas opções no mercado, basta você estudar um pouco o assunto para saber identificar os bons negócios das pirâmides.

Espero que tenham gostado, parte dessa matéria foi retirada do Wikipedia.

Abraços e Sucesso,

Bruno Coelho

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